Nogueira e Silva Escura
   
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Nogueira e Silva Escura

Freguesia criada pela reorganização administrativa das freguesias em 2013 (Lei n.º 11-A/2013)
Freguesia criada por agregação das extintas freguesias de: Nogueira, Silva Escura

CONTACTOS
 
Morada Rua do Calvário, n.º 380
Cód. Postal 4475-463 Nogueira-Maia
Telefone 229617210

   

EXECUTIVO DA JUNTA ASSEMBLEIA DA FREGUESIA
 
Presidente Manuel Nogueira dos Santos
Secretário Miguel Ascenção
Tesoureiro Adelino Gomes
1º Vogal Nuno Soares
2º Vogal Conceição Carneiro
 
Presidente Joaquim Jorge
Secretários Clara Costa / Raquel Azevedo
Restantes
Elementos
Maria Saúde
José Vinhas
António Pereira

DESCRIÇÃO DA FREGUESIA
 
Breve Resenha Histórica

No distrito do Porto, a cerca de 3 quilómetros da Maia, sede concelhia, está situada a freguesia de Silva Escura, no extremo Noroeste do concelho.
O seu orago é Santa Maria, mas apesar desta grande devoção à padroeira, são também celebrados na freguesia, Santo António, a 13 de Junho e Nossa Senhora da Conceição, em Agosto.
O povoamento de Silva Escura é bastante antigo e a julgar pelos nomes de alguns dos locais que a constituem, depreende-se que será anterior ao século XII, atingindo épocas proto-históricas, pelo menos. O próprio topónimo Silva Escura ascende a grande antiguidade, sendo Silva nome de planta, ou, nalguns casos, da invocação de Nossa Senhora da Silva. O qualificativo Escura vem de certa forma salientar a densidade da vegetação no local, por isso sombrio.
O documento mais antigo referente a Silva Escura é um diploma do ano de 906, que se refere a um contrato de divisão de bens da Igreja de Silva Escura entre os bispos D. Nausto de Coimbra e D. Sismando de Iria. De instituição paroquial anterior ao século XII, Silva Escura era nesta época constituída pelas villas rústicas de Devesa, Friães, Frijufe, Sá, Silva Escura e Taim, todas elas com os respectivos casais, mencionadas nas Inquirições de 1258. O senhorio destas villas pertencia em geral a fidalgos e cavaleiros -fidalgos, e no caso de Devesa e Friães era repartido com aqueles e com o Mosteiro de Santo Tirso e o cónego da Sé do Porto (Pedro Mendes), respectivamente.
Em 1258, era abade desta freguesia o padre João de Sá -e este de Sá não indica estirpe, mas a naturalidade (o lugar de Sá nesta freguesia). O Censual altimedievo da Sé portuense indica esta censoria episcopal, na ecclesia de Santae Mariae de Silva obscura: a terça das mortulhas, um moio de trigo, três de aveia, e dois de milho. O padroado da igreja que no século XIII se encontrava na posse só dos fidalgos, foi posteriormente repartido pelo papa, o bispo da diocese e o mosteiro de Santo Tirso, senhor aí de vários bens (doados antes de 1258, certamente pelos supracitados fidalgos). As três entidades apresentavam o abade alternadamente, com cerca de 500 mil réis anuais de rendimento.
Como património cultural e edificado a freguesia destaca-se a Igreja Paroquial, e como local de maior interesse turístico o Monte de Santo António.
A população de Silva Escura dedica-se essencialmente à metalomecânica, ao mobiliário, à indústria têxtil e à agro-pecuária. O artesanato de Silva Escura é bastante procurado, destacando-se entre outros, as famosas esculturas de santos em madeira.
 
 
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